Como a cultura de inovação salvou empresas da falência?

Inovação é uma palavra recorrentemente usada no mundo corporativo contemporâneo. Empresas tradicionais se encontraram em uma sinuca de bico em que foram obrigadas a repensar suas estratégias para sobreviver no mercado. Outras, de cunho mais tradicionalistas, foram à falência ou certamente tiveram muita dor de cabeça. 

A inovação é uma constante no mercado atual. O fluxo é contínuo, as estratégias mudam muito rápido, surgem cada vez novas mídias sociais, ou seja, para ser um gestor no panorama vigente é preciso muita habilidade e resiliência para se renovar constantemente. 

A cultura de inovação é um conceito vital para as empresas. Significa atenção detalhada às constantes mudanças e capacidade de adaptação em um mundo corporativo voraz. 
Entenda o que é cultura de inovação e como esse conceito pode impedir a falência de um empreendimento. 

O que é cultura de inovação? 

A cultura de inovação diz respeito a uma nova forma de enxergar a empresa, significa o empreendimento estar disposto a atitudes arriscadas e diferenciadas. É compreender que não basta ter boas ideias, é necessário pensar de forma inovadora e estratégica. 

A cultura de inovação é algo que deve perpassar a liderança e envolver todos os colaboradores de uma empresa, entranhar tal conceito no plano de negócios da organização. É adotar uma postura mais corajosa, entender que o mercado evolui rapidamente e é preciso versatilidade acompanhar tais mudanças. 

Não dá para se comportar de forma passiva às constantes mudanças do mercado. As transformações são abruptas, os interesses mudam a todo instante. A incessante evolução da internet tornou as coisas cada vez mais efêmeras. 

A cultura organizacional de uma empresa deve estimular a criatividade, engajar os colaboradores a pensarem sempre à frente. Para implantar uma cultura de inovação também é preciso correr riscos. É um método que aprende com os erros e vai se aprimorando. 

Adotar uma cultura de organização significa que a empresa está disposta a mudar de atitude se for preciso. O panorama atual é de constantes mudanças. Grandes empresas, que já foram referência outrora, fecharam as portas por não inovar. Outras, por sua vez, souberam se reinventar e continuam figurando entre as gigantes. 

Como uma cultura inovadora pode salvar as empresas da falência 

caso da Blockbuster é um dos maiores exemplos de como a não inovação pode fechar as portas de um negócio. Na verdade, é um caso emblemático em muitos aspectos. 

Para começar, a fita VHS foi a forma mais acessível de assistir a filmes durante décadas. Em seguida, veio o DVD. Nesse cenário, a Blockbuster foi uma empresa gigante em todos os aspectos, marcou época e foi referência em âmbito mundial. 

Contudo, a cultura da convergência foi implacável com o VHS e o DVD. Veio a pirataria, a internet com downloads facilitadores para assistir a filmes, depois inúmeros serviços de streaming, e pronto. Foi o fim de uma era. 

Sem se reinventar e depois de passar por muitas dificuldades, em 2013, a Blockbuster fechou as portas. Hoje, existe apenas uma unidade na cidade de Bent, no estado do Oregon, nos Estados Unidos, para memória afetiva dos saudosistas. Porém, existem outras empresas que conseguiram se reinventar após um período de crise. Como um dos exemplos mais emblemáticos, podemos citar a Lego

Com suas peças para montar, durante anos, a empresa foi referência absoluta no segmento dos brinquedos. Referência mundial, a Lego dominou confortavelmente o mercado durante anos. Porém, no início do século em andamento, a empresa balançou. 

Os brinquedos de montar já não tinham a mesma força das décadas passadas, os interesses das crianças estavam mudando. E depois mudando de novo. Em 2004, a crise chegou a tal ponto que a empresa demitiu muitos funcionários. A solução foi se reinventar. A empresa contratou um novo CEO, sem parentesco com os fundadores, algo, então, inédito. O novo CEO, Jorgen Vig Knudstorp, implantou mudanças significativas. 

Com isso, a Lego saiu da zona de conforto. Apostou fortemente em franquias de sucesso, como Harry Potter, assim como em videogames e filmes. A empresa também aprimorou os próprios parques de diversão. A Lego compreendeu o jogo do mercado, transformou supostos rivais em parceiros e hoje continua grande.  O exemplo da Lego é fundamental para compreender a importância da inovação em uma cultura organizacional. Se a Lego não arriscasse, hoje ela poderia ser apenas uma lembrança. 

Outras empresas que adotaram a inovação em sua cultura organizacional e hoje continuam fortes no mundo corporativo são a Nokia, a Nintendo, a Starbucks, a Marvel, entre outras. Todas souberam se reinventar, entenderam que era preciso ser mutável assim como o mercado. 

A missão do IEL é transformar organizações e pessoas por meio da inovação. Já pensou em contar com especialistas no assunto para transformar sua empresa? Estamos preparados para ajudar a sua empresa. Entre em contato e saiba como a inovação pode ajudar a sua empresa a escapar da falência. 

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